Na bela cidade de Roma, Itália, existe um pequeno espaço que é território português. A Igreja de Sto António dos Portugueses é território nacional e ponto de paragem obrigatória a todos os portugueses que visitam aquela cidade italiana. A Igreja, de estilo barroco, é totalmente feita em mármore, e foi construída no século XVII, no lugar de outra capela mais antiga, que datava do século XV.
Portugal é um país fantástico, cheio de coisas boas. O que proponho é uma homenagem a esse Portugal, conhecido ou desconhecido. Quem me quiser acompanhar só tem de me fazer chegar as suas fotos fantásticas, que elas serão adicionadas a este blogue que pretende exaltar o que de belo temos no nosso país.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Capela dos Ossos, Évora
A Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora, em Portugal. Está situada na Igreja de São Francisco. Foi construída no século XVII por iniciativa de três monges que, dentro do espírito da altura (contra-reforma religiosa, de acordo com as normativas do Concílio de Trento), pretendiam transmitir a mensagem da transitoriedade da vida, tal como se depreende do célebre aviso à entrada: "Nós ossos, que aqui estamos, pelos vossos esperamos".
A capela, construída no local do primitivo dormitório fradesco, é formada por 3 naves de 18,70 m de comprimento e 11m de largura, entrando a luz por três pequenas frestas do lado esquerdo. As suas paredes e os oito pilares estão "decorados" com ossos e caveiras ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco, pintadas com motivos alegóricos à morte. É um monumento de uma arquitectura penitencial de arcarias ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Foram calculados à volta de 5000 crânios, provenientes dos cemitérios situados em igrejas e conventos da cidade. A capela era dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida na cidade como Senhor Jesus da Casa dos Ossos, que impressiona pela expressividade com que representa o sofrimento de Cristo, na sua caminhada com a cruz até ao calvário.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Capela_dos_Ossos
A capela, construída no local do primitivo dormitório fradesco, é formada por 3 naves de 18,70 m de comprimento e 11m de largura, entrando a luz por três pequenas frestas do lado esquerdo. As suas paredes e os oito pilares estão "decorados" com ossos e caveiras ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco, pintadas com motivos alegóricos à morte. É um monumento de uma arquitectura penitencial de arcarias ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Foram calculados à volta de 5000 crânios, provenientes dos cemitérios situados em igrejas e conventos da cidade. A capela era dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida na cidade como Senhor Jesus da Casa dos Ossos, que impressiona pela expressividade com que representa o sofrimento de Cristo, na sua caminhada com a cruz até ao calvário.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Capela_dos_Ossos
domingo, 14 de abril de 2013
Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra
Biblioteca Joanina, Universidade de Coimbra
A Biblioteca Joanina é uma biblioteca do século XVIII situada no Palácio das Escolas da Universidade de Coimbra, no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Apresenta um estilo marcadamente rococó, sendo reconhecida com uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias. Além de local de pesquisa de muitos estudiosos, o espaço é ainda frequentemente utilizado para concertos, exposições e outras manifestações culturais.
A Joanina reúne cerca de 70 mil volumes, a maior parte dos quais no andar nobre, o único, dos três pisos do edifício, aberto ao público. Aí se conservam os principais fundos de Livro Antigo (documentos até 1800) da Universidade. Os seus cerca de 1250 m² úteis atuais foram obtidos com o arranjo de dois níveis de caves, para depósito e salas de trabalho.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_Joanina
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Os Moliceiros de Aveiro
Moliceiros em Aveiro
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas atualmente é mais usada para fins turísticos. É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Moliceiro
sábado, 30 de março de 2013
Forte de Santiago, Sesimbra
Vista do Forte de Santiago, Sesimbra
A actual estrutura remonta à época da Restauração da independência, quando no reinado de D. João IV (1640-1656) se determinou a sua edificação. O seu projecto ficou a cargo de João Cosmander, jesuíta holandês a serviço daquele soberano, estando concluída em 1648. Utilizada como balneário para os filhos bastardos de D. João V (1706-50) (os Meninos de Palhavã), a partir de 1712 foi utilizada como sede do Governo das Armas da região, a quem se subordinavam as defesas costeiras, inclusive o Forte de Santiago do Outão, o Forte de Santa Maria da Arrábida, o Forte de São Teodósio da Ponta do Cavalo e o Forte de São Domingos da Baralha.
No século XIX, tendo perdido a função defensiva diante da evolução dos meios bélicos, foi desguarnecido e desartilhado em 1832. Posteriormente as suas instalações foram cedidas para uso da Alfândega (1886) até que, desde 1879, passou a abrigar o quartel da Guarda Fiscal. Considerada como Monumento Nacional por Decreto de 29 de Setembro de 1977, actualmente encontra-se em bom estado de conservação, aberto à visitação turística.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Santiago_de_Sesimbra
quinta-feira, 28 de março de 2013
Sé Catedral de Évora
Sé Catedral de Évora
A Basílica Sé Catedral de Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida por Catedral de Évora, ou simplesmente Sé de Évora, apesar de iniciada em 1186 e consagrada em 1204, só ficou pronta em 1250. É um monumento marcado pela transição do estilo românico para o gótico, marcado por três majestosas naves. Nos séculos XV e XVI, a catedral recebeu grandes melhoramentos, datando dessa época o coro-alto, o púlpito, o batistério e o arco da capela de Nossa Senhora da Piedade, também conhecida por Capela do Esporão, exemplar raro de arquitetura híbrida plateresca, datado de 1529. Do período barroco datam alguns retábulos de talha dourada e outros melhoramentos pontuais nas decorações sumptuárias.
Ainda no século XVIII a catedral foi enriquecida com a edificação da nova capela-mor, patrocinada pelo Rei D.João V, onde a exuberância dos mármores foi sabiamente conjugada com a austeridade romano-gótica do templo. Em 1930, por pedido do Arcebispo de Évora, o Papa Pio XI concedeu à Catedral o título de Basílica Menor. Nas décadas seguintes foram efectuadas algumas obras de restauro, tais como a demolição das vestiarias do cabido, do século XVIII, (que permitiram pôr a descoberto a face exterior e as rosáceas do claustro) e o apeamento de alguns retábulos barrocos que desvirtuavam o ambiente medieval das naves laterais.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9_Catedral_de_%C3%89vora
Subscrever:
Mensagens (Atom)










































