segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Palácio da Mitra e Igreja













Palácio da Mitra e Igreja de Santo Antão do Tojal (Santo Antão do Tojal, Loures)
O Palácio da Mitra, vulgarmente conhecido como Palácio dos Arcebispos é uma antiga residência de veraneio, primeiro dos Arcebispos, e depois, dos Patriarcas de Lisboa, situando-se na freguesia de Santo Antão do Tojal, em Loures. O primitivo palácio foi mandado construir pelo arcebispo D. Fernando de Vasconcelos, cerca de 1554 (sendo este arcebispo também o responsável pela construção da Igreja Matriz de Santo Antão do Tojal). Este palácio, por sua vez, veio substituir uma primitiva casa do século XIII e que pertencia à Mitra de Lisboa. No século XVIII, o primeiro patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida, mandou reconstruí-lo em estilo barroco, ao gosto da época. O arquitecto responsável pela actual traça foi o italiano Canaveri, que nele trabalhou até 1732. 


O edifício apresenta-se em forma de U; na fachada, de estilo italiano, encontram-se três mármores de Carrara, representando as estátuas de São Bruno de Colónia (o fundador da Cartuxa), a Rainha Santa Isabel e a Imaculada Conceição. No interior, a típica azulejaria portuguesa do século XVIII, em azul e branco, caracteriza-se pela riqueza temática e grande qualidade pictórica (representações das estações do ano, cenas campestres, venatórias ou de pesca, figuras mitológicas; nas cozinhas surgem representados temas culinários). Alguns dos azulejos foram mais tarde trasladados para o Paço Patriarcal de São Vicente de Fora e encontram-se hoje no Museu Nacional de Arte Antiga.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_dos_Arcebispos

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sé de Santarém


Sé de Santarém, Antigo Colégio dos Jesuítas

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Colégio dos Jesuítas, igualmente conhecida como Igreja do Seminário, situa-se no centro histórico de Santarém, mais precisamente na freguesia de São Salvador. Este templo jesuíta, datado do século XVII, foi erigido no local onde se encontrava o Paço Real da Alcáçova Nova, que se encontrava abandonado desde o tempo de D. João II. Mais tarde, com a expulsão dos jesuítas de Portugal, por ordem do Marquês de Pombal, o edifício passou a acolher o Seminário Patriarcal, tendo assim permanecido até ao século XX. Aquando da criação da Diocese de Santarém, em 1975, a igreja foi elevada a Sé Catedral.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Nossa_Senhora_da_Concei%C3%A7%C3%A3o_do_Col%C3%A9gio_dos_Jesu%C3%ADtas

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Palácio Nacional da Ajuda


Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa


Encontrava-se a Família Real na sua Quinta de Belém, quando eclodiu o Terramoto de 1755. O pânico que então se apoderou de D. José I levou à sua recusa em voltar a habitar edifícios construídos “em pedra e cal”. A solução encontrada para a edificação da nova habitação régia passou pela eleição de um local seguro. Escolheu-se então a Quinta de Cima situada no Alto da Ajuda.

O Palácio Nacional da Ajuda, monumento nacional desde 1910, não é apenas a antiga habitação real e museu de artes decorativas, é também a sede de outras instituições portuguesas ligadas à cultura e palco de cerimónias protocolares. Mandado construir em 1796 sob a regência do príncipe real D. João (mais tarde rei D. João VI), o Real Paço de Nossa Senhora da Ajuda não foi, de modo continuado, habitação oficial dos descendentes daquela monarca. Alguns membros da família real residiram temporariamente na Ajuda, mas só no reinado de D. Luís I (1838-1889) este palácio adquiriu a verdadeira dimensão de Paço Real, ao ser escolhido para residência oficial da Corte.

O espaço visitável do Palácio inclui dois pisos: o Piso Térreo onde se situam muitos dos aposentos privados e o Andar Nobre, onde se realizavam as recepções de gala.

Fonte: http://www.pnajuda.imc-ip.pt/

terça-feira, 19 de abril de 2011

Relâmpagos




Relâmpagos

Os fenómenos da natureza em noite de trovoada intensa também deixam perceber a beleza do nosso país. Tiradas ontem, 2f, no meio do temporal, na Charneca de Caparica, em cima de uma ponte.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Portalegre by night


Vista da cidade de Portalegre à noite


Portalegre é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Portalegre, situada na região do Alentejo, sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 15 238 habitantes (2001).
É sede de um município com 446,24 km² de área e 25 980 habitantes (2001), subdividido em 10 freguesias, limitado a norte pelo município de Castelo de Vide, a nordeste por Marvão, a leste pela Espanha, a sul por Arronches e Monforte e a oeste pelo Crato.

Embora a paisagem dos municípios a norte de Portalegre ainda seja tipicamente alentejana, com zonas relativamente planas alternando com colinas na maior parte dos casos relativamente baixas, Portalegre é frequentemente descrita como uma zona de transição entre o Alentejo mais seco e plano, e as Beiras, mais húmidas e montanhosas. A orografia é mais variada do que na generalidade do resto do Alentejo, o que contribui para que a paisagem tenha características peculiares.
A cidade encontra-se a uma altitude entre os 400 e 600 metros, na zona de transição entre a paisagem relativamente plana, mas com muitas colinas pouco elevadas a sul e oeste, e o sistema montanhoso de S. Mamede, que a rodeia a norte, leste e sueste.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Portalegre_(Portugal)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Quinta da Regaleira em Sintra


Quinta da Regaleira, Sintra

"Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, dá à quinta de 4 hectares, o palácio, rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina.

Localizada em pleno Centro Histórico de Sintra e bem perto do Palácio de Seteais, a quinta beneficia do micro-clima da serra de Sintra, que muito contribui para os luxuriantes jardins e os nevoeiros constantes que adensam a sua aura de mistério."

Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_da_Regaleira

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ponta de Sagres


Vista de um canhão na ponta de Sagres

A Ponta de Sagres (o étimo tem origem no latim Promontorium Sacrum, "Promontório Sagrado") é um promontório localizado a sudoeste de Sagres, no Algarve, Portugal. Fica 4 km a leste e 3 km a sul do Cabo de São Vicente, tido como o extremo sudoeste da Europa. Separa a oeste a Enseada do Belixe (que vai até ao Cabo de São Vicente) da Enseada de Sagres (mais pequena, com 1500m de largura, e que vai até à Ponta da Atalaia).

A região entre a Ponta de Sagres e o Cabo de São Vicente foi usada para fins religiosos desde a época do Neolítico, existindo menires no concelho de Vila do Bispo, onde ambos se situam.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponta_de_Sagres


quarta-feira, 30 de março de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011


Rio Douro na zona de Miranda do Douro

O rio Douro (do celta dur (água)[1], chamado Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Tem 927 km de comprimento. Este é o segundo rio mais extenso da Península Ibérica.

Versões populares para a origem do seu nome são várias. Uma delas diz que, nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem de ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro (de + ouro). Já outra versão diz que o nome do rio deriva do latim duris, ou seja, 'duro', atestando bem a dureza dos seus contornos tortuosos, e das paisagens que atravessa, nomeadamente as altas escarpas das Arribas do Douro, no trecho Internacional do rio, entre Miranda do Douro e Barca d'Alva (Figueira de Castelo Rodrigo). A derivação por via popular do seu nome sugere romanticamente uma ligação a "Rio de Ouro (D'ouro)", mas tal não tem aderência histórica.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Curral das Freiras


Vista aérea do Curral das Freiras, na Madeira (Foto de Daniel Pires)

Curral das Freiras é uma freguesia portuguesa do concelho de Câmara de Lobos, com 25,07 km² de área e 1 673 habitantes (2001). Densidade: 66,7 hab/km². Localiza-se a uma latitude 32.71667 (32°42') Norte e a uma longitude 16.9667 (16°58') Oeste, estando a uma altitude de 640 metros. Curral das Freiras tem uma estrada que liga a freguesia ao Funchal. A actividade principal é a agricultura.

terça-feira, 22 de março de 2011

Aldeia de Sortelha


Entrada da Aldeia de Sortelha (Foto de Paulo Teles)

Sortelha é uma freguesia portuguesa do concelho do Sabugal, com 43,27 km² de área e 579 habitantes (2001). Densidade: 13,4 hab/km². Foi vila e sede de concelho entre 1288 e 1855. Era constituída pelas freguesias de Águas Belas, Urgueira, Bendada, Casteleiro, Malcata, Moita, Pena Lobo, Santo Estêvão, Sortelha e Valverdinho. É hoje uma das aldeias históricas de Portugal.

Campos de Girassol em Almodôvar


Campos de girassol perto de Almodôvar (Foto de Bruno Oliveira)

O Alentejo é rico em paisagens de planície, e estes campos de girassol são o exemplo dessa beleza.


segunda-feira, 21 de março de 2011

Vista do Castelo de Marvão


Vista do Castelo de Marvão

"O Castelo de Marvão, no Alentejo, localiza-se na vila e Freguesia de Santa Maria de Marvão, Concelho de Marvão, Distrito de Portalegre, em Portugal.

O castelo inscreve-se hoje no Parque Natural da Serra de São Mamede, onde se ergue na vertente norte da serra, em posição dominante sobre a vila e estratégica sobre a linha da fronteira, controlando, no passado, a passagem do rio Sever, afluente do rio Tejo. Esse fato garantiu-lhe a atenção de diversos monarcas, expressa em diversas campanhas de remodelação, que deram ao monumento o seu aspecto actual."

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Marv%C3%A3o

quarta-feira, 16 de março de 2011

Sé de Braga


Sé de Braga (Foto de Daniel Pires)

A Sé de Braga, localiza-se na freguesia da Sé, na cidade de Braga, em Portugal. Sede do Bispado fundado por São Tiago Maior (segundo a tradição), que aqui deixou como primeiro bispo o seu discípulo São Pedro de Rates. Assenta sobre as bases de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis (como atesta uma pedra votiva na parede leste), e muros de uma posterior basílica paleocristã (com cinco naves), das quais só restam três, após a Reconquista.

Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico português, a sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, correspondendo à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios.

Nesta catedral encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha e sua mulher, Teresa de Leão, os condes do Condado Portucalense, pais do rei D. Afonso Henriques.

Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, encontra-se o Tesouro Museu da Sé Catedral. Já no século XX, foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Cabo Girão


Cabo Girão, Madeira (Foto de Daniel Lopes)

O Cabo Girão situa-se na Ilha da Madeira, a oeste do Funchal. É um promontório quase vertical com 580 m de altura disponibilizando uma magnífica vista para o mar, para Câmara de Lobos e para o Funchal, razão pela qual é um local muito visitado. É um dos promontórios mais altos da Europa.

Até 2003, ano em que foi ali construído um elevador, os campos situados no fundo da escarpa eram apenas acessíveis por barco.

Pôr-do-sol perfeito


Praia da Cabana do Pescador, Charneca de Caparica (clicar na imagem para ver maior)

Nas praias da linha da Costa, assistir a um pôr-do-sol é um momento privilegiado. A calma, o silêncio que o barulho das ondas provoca em nós, a luz que se transforma até que o sol se põe e ela começa a desaparecer. Mágicos, esses pôr-do-sol à beira-mar...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Moinho de Vento de Odemira


Moinho de Vento de Odemira

O Moinho de vento de Odemira fica no Cerro dos Moinhos Juntos. Está completamente recuperado e, se houvesse gente para isso, poderia estar em pleno funcionamento. Mas pouca gente semeia trigo e milho, e menos ainda se deslocam ali para moer a sua farinha. "Isto agora tudo prefere comprar pão já cozido", desabafou o Sr. Leonel, numa visita que fiz ao moinho. Num bom dia, o moinho conseguiria produzir 500kg de farinha. Juntem uns quantos moinhos, e teríamos garantido a subsistência de uma pequena vila, de forma bem mais ecológica, económica e saudável. As maneiras dos antigos deveriam servir-nos de bitola em muitas coisas, e esta é uma delas.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Moinho de Maré do Montijo


Moinho de Maré do Cais, Montijo


"Ainda que a primeira referência documentada do moinho do Cais de Aldeia Galega/Montijo seja de 1646, a existência de uma cruz da Ordem de Santiago, hoje visível no lintel da porta de entrada, atesta a sua existência anterior.

Até finais do séc. XIX o moinho do Cais manteve-se na posse da mesma família, sucedendo-se outros proprietários durante o séc. XX. Tornou-se propriedade municipal em 1995, tendo a Autarquia assumido a preservação – recentemente concretizada - deste ícone da História Local que sintetiza uma relação intensa, de vários séculos, entre a actividade agrícola e o rio.
É ao fluxo e refluxo das águas do Tejo que o moinho vai buscar a sua fonte de energia. Associados a este recurso natural, existem, como é visível no moinho do Cais, o edifício e a caldeira; no primeiro estão localizados os engenhos, na segunda é armazenada a água necessária para activar o mecanismo de moagem.
Novas tecnologias vieram substituir progressivamente o processo tradicional de transformação dos cereais, tendo originado o gradual abandono do moinho. No início dos anos 80 o imóvel encontrava-se em elevado estado de degradação."

Visita guiada com a realização do processo de moagem, mediante marcação prévia, às horas das marés.
Contacto: 21 232 78 45 (Departamento Sócio-Cultural)
E-mail: dep.sociocultural@gmail.com

Fonte: http://www.mun-montijo.pt/pt/conteudos/turismo/Patrim%C3%B3nio/Freguesia+de+Montijo/moinho+mar%C3%A9.htm 

quarta-feira, 9 de março de 2011

A Ilha do Pessegueiro


Em vista da Ilha do Pessegueiro (a partir de Porto Covo)

"A ilha do Pessegueiro localiza-se na costa do Alentejo Litoral, ao largo da freguesia de Porto Covo (da qual depende administrativamente), no concelho de Sines, Distrito de Setúbal, em Portugal. A ilha, assim como a costa adjacente, faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Os estudiosos acreditam que a ocupação desta costa remonta a navegadores cartagineses, em época anterior à segunda guerra púnica (218-202 a.C.).

A partir de 1590, no âmbito desse projecto, foi iniciado, em posição dominante na ilha, a edificação do Forte de Santo Alberto, com a função de cruzar fogos com o Forte de Nossa Senhora da Queimada, que lhe era fronteiro, no continente. Os trabalhos no projecto do Pessegueiro foram interrompidos em 1598 diante da transferência do seu responsável para as obras do Forte de Vila Nova de Milfontes, jamais tendo sido completadas.

A Lenda de Nossa Senhora da Queimada
A tradição refere o milagre de Nossa Senhora da Queimada. Em meados do século XVIII, chegando à ilha piratas do norte de África, foram enfrentados por um eremita que aí mantinha uma ermida sob a invocação de Nossa Senhora. Assassinado o religioso e saqueada a capela, a imagem da santa foi atirada às chamas.

Após a retirada dos agressores, chegaram os habitantes de Porto Covo, que constataram os danos e deram sepultura cristã ao eremita. Sem conseguir localizar a imagem cultuada, deram-lhe busca por toda a ilha, terminando por localizá-la miraculosamente intacta em meio aos restos de uma moita queimada. Essa imagem foi recolhida numa nova ermida, erguida para abrigá-la, no continente, a cerca de 1 km de distância: a Capela de Nossa Senhora da Queimada, local que passou a ser venerado pela população."

 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_do_Pessegueiro

terça-feira, 8 de março de 2011

Praça de República, Braga


Praça de República, Braga

Mais um contributo externo ao nosso blogue. Esta foto é do Bruno Pimentel.

"A Praça da República, popularmente conhecida com Arcada é um largo da cidade de Braga, em Portugal.
Situa-se no centro histórico da cidade, entre os largos de São Francisco e Barão de São Martinho e as avenidas Central e da Liberdade.”

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_da_Rep%C3%BAblica_(Braga)