Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Torre dos Clérigos


Torre dos Clérigos, Porto

A Torre dos Clérigos é dos edifícios mais fotografados do Porto, pelo que mostrar um ângulo novo nem sempre é fácil. No caso, a lua acabou por dar uma ajudinha a compor o enquadramento...

"A torre, se bem que mais considerada pelos habitantes do Porto, foi a última construção do conjunto dos Clérigos, dos quais fazem parte a igreja e uma enfermaria. Foi iniciada em 1754, tendo em conta o aproveito do terreno que sobrara para a instalação da enfermaria dos Clérigos. O projecto inicial de Nasoni previa a construção de duas torres, e não apenas de uma. A torre é decorada segundo o gosto barroco, com esculturas de santos, fogaréus, cornijas bem acentuadas e balaustradas.

Tem seis andares e 75 metros de altura, que se sobem por uma escada em espiral com 240 degraus. Era, na altura da sua construção, o edifício mais alto de Portugal.

No primeiro andar apresenta uma porta encimada pela imagem de São Paulo, tendo por debaixo, inserido num medalhão, um texto de São Paulo, na Carta aos Romanos. A espessura das paredes do primeiro andar, em granito, chega a atingir os dois metros. Destacam-se as janelas ablaustradas do último andar, mais comprimido e decorado, e os quatro mostradores de relógio.

Os materiais utilizados na construção da Torre dos Clérigos foram, principalmente, o granito e o mármore."

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_dos_Cl%C3%A9rigos

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Porto by night


Porto Sentido
Rui Veloso
Composição: Carlos Tê / Rui Veloso

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento


E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa