Portugal é um país fantástico, cheio de coisas boas. O que proponho é uma homenagem a esse Portugal, conhecido ou desconhecido. Quem me quiser acompanhar só tem de me fazer chegar as suas fotos fantásticas, que elas serão adicionadas a este blogue que pretende exaltar o que de belo temos no nosso país.
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quarta-feira, 13 de junho de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Igreja de São Domingos
Igreja de São Domingos, Lisboa
Esta continua a ser das mais impressionantes igrejas em que entrei. Não tanto pelo interior, devastado por um incêndio há mais de 50 anos, mas por um aspeto particular: quem olha de fora para esta igreja, enfiada no meio de prédios na baixa lisboeta, não imagina o espaço que o espera no interior. É uma diferença que não encontrei ainda em lado nenhum...
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Buddha Eden
Buddha Eden, Jardim da Paz
O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. O passeio é bonito e a paisagem convida à reflexão e oração, seja qual for a religião que se professa.
Fonte: http://www.buddhaeden.com
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Panteão Nacional by night
O Panteão Nacional, situado na zona histórica de Santa Clara, ocupa o edifício originalmente destinado para igreja de Santa Engrácia, acolhendo os túmulos de grandes vultos da história portuguesa. Fundado na 2ª metade do século XVI, o edifício foi totalmente reconstruído em finais de Seiscentos pelo arquitecto João Antunes; embora nunca chegasse a abrir ao culto, conserva, sob a cúpula moderna, o espaço majestoso da nave, animada pela decoração de mármores coloridos, característica da arquitectura barroca portuguesa. Elemento referencial no perfil da cidade e oferecendo pontos de vista privilegiados sobre a zona histórica da cidade e sobre o rio Tejo, está classificado como Monumento Nacional.
Fonte: http://www.igespar.pt/pt/monuments/51/
Fonte: http://www.igespar.pt/pt/monuments/51/
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Palácio da Mitra e Igreja
O Palácio da Mitra, vulgarmente conhecido como Palácio dos Arcebispos é uma antiga residência de veraneio, primeiro dos Arcebispos, e depois, dos Patriarcas de Lisboa, situando-se na freguesia de Santo Antão do Tojal, em Loures.
O primitivo palácio foi mandado construir pelo arcebispo D. Fernando de Vasconcelos, cerca de 1554 (sendo este arcebispo também o responsável pela construção da Igreja Matriz de Santo Antão do Tojal). Este palácio, por sua vez, veio substituir uma primitiva casa do século XIII e que pertencia à Mitra de Lisboa. No século XVIII, o primeiro patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida, mandou reconstruí-lo em estilo barroco, ao gosto da época. O arquitecto responsável pela actual traça foi o italiano Canaveri, que nele trabalhou até 1732.
O edifício apresenta-se em forma de U; na fachada, de estilo italiano, encontram-se três mármores de Carrara, representando as estátuas de São Bruno de Colónia (o fundador da Cartuxa), a Rainha Santa Isabel e a Imaculada Conceição. No interior, a típica azulejaria portuguesa do século XVIII, em azul e branco, caracteriza-se pela riqueza temática e grande qualidade pictórica (representações das estações do ano, cenas campestres, venatórias ou de pesca, figuras mitológicas; nas cozinhas surgem representados temas culinários). Alguns dos azulejos foram mais tarde trasladados para o Paço Patriarcal de São Vicente de Fora e encontram-se hoje no Museu Nacional de Arte Antiga.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_dos_Arcebispos
O edifício apresenta-se em forma de U; na fachada, de estilo italiano, encontram-se três mármores de Carrara, representando as estátuas de São Bruno de Colónia (o fundador da Cartuxa), a Rainha Santa Isabel e a Imaculada Conceição. No interior, a típica azulejaria portuguesa do século XVIII, em azul e branco, caracteriza-se pela riqueza temática e grande qualidade pictórica (representações das estações do ano, cenas campestres, venatórias ou de pesca, figuras mitológicas; nas cozinhas surgem representados temas culinários). Alguns dos azulejos foram mais tarde trasladados para o Paço Patriarcal de São Vicente de Fora e encontram-se hoje no Museu Nacional de Arte Antiga.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_dos_Arcebispos
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Palácio Nacional da Ajuda
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa
Encontrava-se a Família Real na sua Quinta de Belém, quando eclodiu o Terramoto de 1755. O pânico que então se apoderou de D. José I levou à sua recusa em voltar a habitar edifícios construídos “em pedra e cal”. A solução encontrada para a edificação da nova habitação régia passou pela eleição de um local seguro. Escolheu-se então a Quinta de Cima situada no Alto da Ajuda.
O Palácio Nacional da Ajuda, monumento nacional desde 1910, não é apenas a antiga habitação real e museu de artes decorativas, é também a sede de outras instituições portuguesas ligadas à cultura e palco de cerimónias protocolares. Mandado construir em 1796 sob a regência do príncipe real D. João (mais tarde rei D. João VI), o Real Paço de Nossa Senhora da Ajuda não foi, de modo continuado, habitação oficial dos descendentes daquela monarca. Alguns membros da família real residiram temporariamente na Ajuda, mas só no reinado de D. Luís I (1838-1889) este palácio adquiriu a verdadeira dimensão de Paço Real, ao ser escolhido para residência oficial da Corte.
O espaço visitável do Palácio inclui dois pisos: o Piso Térreo onde se situam muitos dos aposentos privados e o Andar Nobre, onde se realizavam as recepções de gala.
Fonte: http://www.pnajuda.imc-ip.pt/
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Quinta da Regaleira em Sintra
Quinta da Regaleira, Sintra
"Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, dá à quinta de 4 hectares, o palácio, rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina.
Localizada em pleno Centro Histórico de Sintra e bem perto do Palácio de Seteais, a quinta beneficia do micro-clima da serra de Sintra, que muito contribui para os luxuriantes jardins e os nevoeiros constantes que adensam a sua aura de mistério."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_da_Regaleira
sexta-feira, 4 de março de 2011
Elevador do Lavra
Elevador do Lavra, Lisboa
"O Elevador do Lavra é um funicular situado na Calçada do Lavra, em Lisboa. Com mais de 120 anos de existência, é o elevador mais antigo da cidade de Lisboa; estabelece a ligação entre a rua Câmara Pestana e o Largo da Anunciada, numa extensão de 188 metros com uma inclinação média de 22,9%.
O funicular foi construído pelo engenheiro português Raoul Mesnier du Ponsard, (também responsável pela concepção de numerosas obras similares[1]), e inaugurado a 19 de Abril de 1884. O Elevador do Lavra é propriedade da Companhia de Carris de Ferro de Lisboa e encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 19 de Fevereiro de 2002 (Decreto-lei 5/2002, Diário da República 42, 1.ª série-B, de 19 de fevereiro de 2002).
As duas carruagens, idênticas e numeradas 1 e 2, são compostas por duas coxias de comando, e um salão de passageiros com dois bancos corridos de costas viradas para as janelas, tudo no mesmo nível horizontal — havendo uma extremidade mais alta (anterior no sentido descendente) e outra mais próxima do solo, tal como o Elevador da Glória, no que difere de muitos outros funiculares. As entradas e saídas de cada carruagem fazem-se por duas portas munidas de cancela pantográfica e situadas na extremidade com menor desnível em relação ao exterior, de ambos os lados do posto de comando activo em ascensão."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Elevador_da_Lavra
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Navio-Escola Sagres no Rio Tejo
Navio-Escola Sagres
"O actual Sagres é o terceiro navio com esse nome a desempenhar funções de instrução náutica na Marinha Portuguesa, sendo por isso, também conhecido por "Sagres III". É o navio mais conhecido desta componente das Forças Armadas Portuguesas, identificado pelas suas velas ostentando a cruz da Ordem de Cristo. Tem como missão permitir o treino e o contacto com a vida no mar aos cadetes da Escola Naval, futuros oficiais da Marinha Portuguesa. Complementarmente, é utilizado na representação nacional e internacional da Marinha e de Portugal.
Foi construído nos estaleiros da Blom & Voss, em Hamburgo, em 1937, para desempenhar funções como navio-escola da Marinha Alemã — onde era chamado Albert Leo Schlageter — juntamente com os seus semelhantes da classe Gorch Fock: o primeiro, que deu o nome à classe, o segundo, ex-Horst Wessel (actual USCGC Eagle), e o quarto, Mircea; houve ainda um quinto, o Herbert Norkus, destruído antes de ter sido terminado.
No final da II Guerra Mundial, foi capturado pelas forças dos Estados Unidos da América, sendo vendido à Marinha do Brasil em 1948. Lá foi baptizado de Guanabara, servindo como navio-escola até 1961, data em que foi adquirido por Portugal para ser usado em substituição do Sagres II (ex-Rickmer Rickmers). O navio recebeu o mesmo nome do antecessor, e entrou ao serviço da Marinha Portuguesa em 8 de Fevereiro de 1962.
Por vezes o Sagres III é erradamente referido como "Sagres II", em virtude do desconhecimento da existência do primeiro navio com este nome. Na realidade, o primeiro Sagres foi uma corveta em madeira, construída em 1858 em Inglaterra. Fundeada no rio Douro serviu como navio-escola para alunos marinheiros, entre 1882 e 1898.
Ao serviço da marinha portuguesa já deu duas voltas ao mundo, a primeira em 1978/1979 e a segunda em 1983/1984. Em 19 de Janeiro de 2010 partiu para a terceira volta ao mundo. No total, a viagem terá uma duração estimada de 339 dias, dos quais 71 por cento a navegar e 29 por cento nos portos. O navio passará por 27 cidades costeiras, de 19 países diferentes, antes de regressar a Lisboa, em Dezembro de 2010. Além das circum-navegações a Sagres III participou na Regata Colombo (1992), nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses ao Japão (1993) e ainda nas celebrações por ocasião dos 500 anos da Descoberta do Brasil (2000)."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/NRP_Sagres_III
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Palácio Foz, Lisboa
Palácio Foz, Lisboa
Inicialmente este palácio pertenceu aos marqueses de Castelo Melhor que o encomendaram ao arquitecto italiano Francisco Xavier Fabri. Trata-se de um belo edifício, de linhas sóbrias, revelando o "novo gosto" italiano. Em 1889, o palácio é adquirido pelo marquês da Foz, que transformou os seus interiores no que de mais sumptuoso se conhecia em Lisboa, recebendo trabalhos de José Malhoa e Columbano. Nesta altura dispunha de uma pequena ermida. Com o correr dos anos o Palácio foi perdendo o seu recheio e a sua sumptuosidade. Nos dias de hoje é ocupado pelo Instituto de Comunicação Social e por um posto de turismo.
Fonte: www.lifecooler.com
Mais informações em: http://www.gmcs.pt/palaciofoz/P_Foz/p_f.pdf
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Ponte 25 de Abril
A Ponte 25 de Abril (primitivamente conhecida como Ponte Salazar, mas com a designação oficial de Ponte Sobre o Tejo) é uma ponte pênsil rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal. A ponte atravessa o estuário do rio Tejo na parte final e mais estreita – o designado gargalo do Tejo.
Características técnicas:
- 1 012,80 metros de comprimento do vão principal
- 2 277,64 metros de distância de amarração a amarração
- 70 metros de altura do vão acima do nível da água
- 190,47 metros de altura das torres principais acima do nível da água (o que a torna a segunda mais alta construção de Portugal e uma das pontes mais altas da Europa, com o viaduto de Millau em França)
- 58,6 centímetros de diâmetro de cada cabo principal
- 11 248 fios de aço com 4,87 milímetros de diâmetro, em cada cabo (o que totaliza 54,196 quilómetros de fio de aço)
- 79,3 metros de profundidade, abaixo do nível de água, no pilar principal, Sul
- 30 quilómetros de rodovias nos acessos Norte e Sul com 32 estruturas de betão armado e pré-esforçado
- Estes resultados foram obtidos com a aplicação de 263 000 metros cúbicos de betão e 72 600 toneladas de aço.
Fonte: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_25_de_Abril)
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